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Documento denunciando corrupção em Luzilândia será enviado ao Ministro Sérgio Moro

Brazil’s new Justice Minister Sergio Moro attends his handover ceremony in Brasilia, Brazil January 2, 2018. REUTERS/Adriano Machado

Informações exclusivas obtidas pelo informativo dão conta de que um “dossiê” denunciando corrupção e desvio de recursos públicos em Luzilânda será encaminhado ao Ministro da Justiça, Sérgio Moro (foto), para que este determine uma investigação “pente-fino” nas verbas públicas do Muncípio de Luzilândia  através da Polícia Federal e da Receita Federal, cujos desvios afetam e destroem famílias inteiras de servidores, prestadores de serviços, professores, professoras, fornecedores e o comércio em geral, desequilibrando a economia local.

O documento toma como base a decisão do ministro Sérgio Moro para estender a Lava Jato para todos os estados e municípios. Na Justiça Federal, no Ministério Público Federal e na Justiça Estadual do Piauí já correm várias representações e ações, respectivamente, denunciando desvios de recursos enviados e liberados para o Município de Luzilândia.
Um levantamento superficial, levando em consideração os recursos que já foram liberados nos últimos anos para o Município de Luilândia, aproximadamente R$ 30 milhões tiveram aplicações duvidosas, foram aplicados indevidamente ou foram desviados para nomes de terceiros, de familiares, de empresas e de “laranjas”, aquelas pessoas que emprestam seus nomes e seus CPF’s para desviar recursos públicos na corrupção e lavangem de dinheiro com gestores desonestos.
O Ministro da Justiça, ex-juiz Sérgio Moro, declarou que a maior operação contra a corrupção de todos os tempos vai agora atacar todo território nacional, incluindo principalmente prefeituras municipais e palácios governamentais. O ministro prometeu atacar o crime organizado e apreender bens de corruptos e corruptores, inclusive dinheiro sem procedência e de origem duvidosa, não declarados e desviados em nome de familares, empresas, terceiros e “laranjas”, pessoas ligadas ao gestor público.
Disse que a operação vai atacar, também, agiotas especializados em emprestar recursos para políticos de vários municípios e estados, sacrificando administrações com juros catastróficos e usuras sem limites.

Segundo as informações do próprio Ministério da Justiça, já houve casos do credor (agiotas, terceiros e laranjas) apoderarem-se das verbas federais destinadas à Saúde e à Educação. O ministro salientou ainda que a gravidade da corrupção impõe à Lava Jato – através da força-tarefa da Polícia Federal – atacar prefeituras suspeitas e denunciadas sobre o uso de irregularidades na aplicação do dinheiro público.

O ministro já colocou nomes ligados à Polícia Federal para ajudá-lo nas investigações. E incluiu a Receita Federal para apurar nomes de pessoas e empresas – com os respectivos CPF’s e CNPJ’s – que são usadas por gestores públicos para desviar recursos através de fraudes e licitações direcionadas e fraudulentas para beneficiar amigos, parentes e correligionários, eleborando uma “agenda anticorrupção e anticrime”.
Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4.798 bilhões em 2019 para investir em investigações contra o crime organizado e na corrupção no serviço público federal, estadual e municipal para investigar, punir, prender e condenar corruptos.
Fonte: JL/Redação

Douglas Sampagode, radialista com certificação pela FBR e FENART ( Federação Nacional dos Radialista), atua na área de comunicação há 15 anos, passagem por rádios, diretor de 02 emissoras de rádio ( Popular FM e Jovem FM- Todas em Luzilândia), ex colunista do portal Piripiri40graus.com, designer, editor de áudio e vídeo, gerenciador de mídias sociais, assessor de imprensa e diretor do Blog do Sampagode.

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