Jornal Nacional- reportagem mostra boa ação da Pax União – VEJA O VÍDEO

Por: Douglas Sampagode
Publicado em 29/07/2019 - 23h55

A funerária Pax União, considerada a maior do Piauí, contratou um médico cubano.

O Jornal Nacional desta segunda-feira ( 29 ) mostrou uma reportagem onde médicos cubanos estão em busca de emprego no Brasil, depois do fim do Programa Mais Médico.

Depois de sete meses desempregado, Raymel Kessel, 39 anos, cubano que decidiu continuar no Brasil após o fim do programa Mais Médicos, conseguiu um emprego. Há três dias ele trabalha como auxiliar de escritório de uma funerária na cidade de Parnaíba, no Litoral do Piauí.

Raymel Kessel contou ao G1 que tentou vaga de gari, mas não foi admitido porque tem formação em medicina. Após quatro anos e meio trabalhando como médico na rede de atenção básica do município de Ilha Grande, no Litoral do Piauí, Raymel se casou com uma piauiense e é pai de um menino brasileiro, e por isso decidiu ficar no Brasil.

“Me sinto parte da Ilha Grande, me sinto filho daqui”, afirmou o médico.

Jornal Nacional mostra reportagem mostrando boa ação da Pax União – VEJA O VÍDEO

A funerária Pax União, considerada a maior do Piauí, contratou um médico cubano.O Jornal Nacional desta segunda-feira ( 29 ) mostrou uma reportagem onde médicos cubanos estão em busca de emprego no Brasil, depois do fim do Programa Mais Médico.Depois de sete meses desempregado, Raymel Kessel, 39 anos, cubano que decidiu continuar no Brasil após o fim do programa Mais Médicos, conseguiu um emprego. Há três dias ele trabalha como auxiliar de escritório de uma funerária na cidade de Parnaíba, no Litoral do Piauí.Raymel Kessel contou ao G1 que tentou vaga de gari, mas não foi admitido porque tem formação em medicina. Após quatro anos e meio trabalhando como médico na rede de atenção básica do município de Ilha Grande, no Litoral do Piauí, Raymel se casou com uma piauiense e é pai de um menino brasileiro, e por isso decidiu ficar no Brasil.“Me sinto parte da Ilha Grande, me sinto filho daqui”, afirmou o médico.A empresária Teresinha Medeiros afirmou que revolveu contratar o médico depois que soube, através de uma amiga, que ele estava passando por dificuldades e precisava trabalhar."Estava buscando uma pessoa para ser agente funerário, mas acreditei que ele não se enquadrava no perfil do cargo e disse que iria ver uma vaga na área administrativa, pois fiquei um pouco preocupada em colocá-lo em um posto que teria contato direto com as pessoas, já que não sei se ele compreende muito bem nossa língua. E lidar com a morte de um ente querido requer uma sensibilização", explicou.A empresária disse que conversou com Raymel Kessel e explicou que não tinha condições de pagar para ele o salário que ganhava como médico e que, se ele quisesse, ela estava disposta a contratá-lo com salário de auxiliar administrativo.Raymel Kessel aceitou a proposta e hoje trabalha fazendo cadastro de clientes, cumprindo uma carga horária de 44 horas semanais. "Eu acho que agora tudo vai começar a andar na minha vida. Era só eu achar um emprego que o resto vai vir com o tempo", comemorou.Apesar de estar trabalhando, Raymel Kessel aguarda ansiosamente a realização do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida), para retornar aos postos de saúde e hospitais.No entanto, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável por aplicar a prova, disse que “não há ainda o cronograma para a próxima edição do Revalida”.Com informações do portal G1-

Publicado por Blog do Sampagode em Segunda-feira, 29 de julho de 2019

 

A empresária Teresinha Medeiros afirmou que revolveu contratar o médico depois que soube, através de uma amiga, que ele estava passando por dificuldades e precisava trabalhar.

“Estava buscando uma pessoa para ser agente funerário, mas acreditei que ele não se enquadrava no perfil do cargo e disse que iria ver uma vaga na área administrativa, pois fiquei um pouco preocupada em colocá-lo em um posto que teria contato direto com as pessoas, já que não sei se ele compreende muito bem nossa língua. E lidar com a morte de um ente querido requer uma sensibilização”, explicou.

A empresária disse que conversou com Raymel Kessel e explicou que não tinha condições de pagar para ele o salário que ganhava como médico e que, se ele quisesse, ela estava disposta a contratá-lo com salário de auxiliar administrativo.

Raymel Kessel aceitou a proposta e hoje trabalha fazendo cadastro de clientes, cumprindo uma carga horária de 44 horas semanais. “Eu acho que agora tudo vai começar a andar na minha vida. Era só eu achar um emprego que o resto vai vir com o tempo”, comemorou.

Apesar de estar trabalhando, Raymel Kessel aguarda ansiosamente a realização do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida), para retornar aos postos de saúde e hospitais.

No entanto, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável por aplicar a prova, disse que “não há ainda o cronograma para a próxima edição do Revalida”.

Com informações do portal G1-

Douglas Sampagode, radialista com certificação pela FBR e FENART ( Federação Nacional dos Radialista), atua na área de comunicação há 15 anos, passagem por rádios, diretor de 02 emissoras de rádio ( Popular FM e Jovem FM- Todas em Luzilândia), ex colunista do portal Piripiri40graus.com, designer, editor de áudio e vídeo, gerenciador de mídias sociais, assessor de imprensa e diretor do Blog do Sampagode.

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